Quando a paz nos falta, é tempo de buscar nossa Alma Perdida...

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Alguns que chegam até aqui podem se perguntar: mas, Mary Sweet, como você pode ter tanta certeza que esse lance de Alma existe mesmo?

 

Bem, pra vocês, meus caros leitores, que ainda duvidam da nossa natureza espiritual, lhes digo: minha Alma é uma escritora e você não estaria lendo isso aqui, se ela não tivesse voltado para me resgatar... 

Quem me vê nesse rosa reluzente, não sabe os cinzas caminhos que percorri, sem que pudesse me achar. Partamos então para a história antes de me tornar Mary Sweet:

   

Meu nome é Mariana Bottan de Toledo Rezende.

Nasci em 25 de outubro de 1989 numa pequena cidadezinha do interior de São Paulo, de nome indígena - Caçapava - que significa "clareira na mata", lá entre os lindos morros do Vale do Paraíba. 

 

Morei com meu pai, João Antônio Rezende, minha mãe Sandra Bottan, e meu adorado irmão João Felipe por 17 anos, até ir estudar fora.

 

Hoje resido em Ribeirão Preto - a "Califórnia brasileira", ô cidade linda e quente de meu Deus! - com meu amado e criativo esposo, Rudy Consoli Mateus.

Com 20 anos estava prestes a me formar em jornalismo, na Pontifícia Universidade Católica de Campinas, quando um velho amigo que há tempos batia em minha porta sem que eu o notasse, decidiu arrombá-la. Era o ápice do medo e da falta de mim mesma (mas alguns mortais hoje os chamam de depressão e síndrome do pânico). 

Sobressaltos no peito, sentimento de desgraça iminente. Presa; distante; desconfortável na própria pele. Sempre me comparando, nunca me sentindo suficiente. Buscando eterna aprovação. Incapaz de revelar meus próprios talentos… 

 

Vaguei por muito tempo perdida. Minha maior doença? A falta de paz interior!

Durante muitos anos, essa foi a minha vida antes de me tornar Mary Sweet.

 

    - Quer dizer que um dia você não foi você? 

 

    - Pois, sim, meu caro aluno! Dá para imaginar?

 

Mary Sweet sem cabelo rosa, sem brilhos e lantejoulas ou baús mágicos de onde tirar histórias?

 

Assim como tantas Almas Perdidas, eu não tinha a menor ideia do que tava fazendo por aqui. É triste, meu amigo, não ser quem a gente é… Interpretar um outro papel. Você já se sentiu assim alguma vez? Talvez sim, não é? Mas não se sinta estranho: não somos os únicos.

 

A Humanidade vive hoje mesmo uma epidemia de tristeza, medo, falta de propósito, desencaixe... 

 

Alguns chamam isso de transtornos mentais; quanto a mim - que inclusive trabalhei por anos com esses assuntos, fiz até mesmo um documentário e dois congressos de saúde  -, chamo apenas de Almas Perdidas. 

  

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Sabe o que acontece?

Dentro de cada um existe uma estrelinha única - dons e talentos - que só você possui, e que foi feita para brilhar.

 

Mas na humanidade desumana, há tempos que nossas crianças interiores vêm sendo tolhidas, sufocadas, violentadas. Viemos de uma corrente ancestral que foi desviada de sua própria essência amorosa. E quem foi ferido, eventualmente ferirá. 

Alguns escravizados literalmente; outros, em uma escravidão simbólica, pois vivem uma vida de luta, sem sentido ou contentamento.

 

Diante de tanto medo e orientados pelo externo ao invés do interno, passamos a vida nos encolhendo; e assim, pouco a pouco, vamos perdendo oportunidades de cultivar aquela estrela interior… Até que um dia ela se apaga (ou melhor, perdemos conexão com sua Luz, pois a Alma não se apaga jamais); e então nos sentimos angustiados, no escuro vazio dentro de nós mesmos. 

E isso é precisamente a razão porque muita gente não se sente em paz hoje em dia! É porque não estamos realizando nossa missão única, meus caros humanos. Não estamos ouvindo o chamado de nossas Almas! Não estamos sendo quem fomos feitos para ser. Somos, em suma, Almas Perdidas. 

 

Tem muita gente que acha que seus sonhos são muito altos; impossíveis de realizar. Relegado apenas aos ricos, talentosos, aos astros de Hollywood... Mas, ainda bem, Mary Sweet não acredita em nada disso, e tá aqui para dar voz aos infelizes, aos desencaixados, aos inseguros.

Afinal, meu bem, paz interior é um direito de todos nós!

 - Quer dizer que eu tenho uma missão única Mary Sweet?

 

 - Pois é claro! Várias, na verdade! Toda parte tem função no Todo, meu caro. 

 

Mas, para realizá-las, antes é preciso descobrir quem você É de fato. Qual é a estrela única que você trouxe para compartilhar com o mundo. O resto, meu amor, se desvela ao caminhar. A única coisa que não pode esperar é a sua paz interior! E é precisamente nisso que Mary Sweet tá aqui para ajudar.

- Como acho minha Alma Perdida? 

Bem, a Alma fala em sussurros. Pequenos chamados e genuínas alegrias são pegadas da Alma. Quanto mais você sintoniza com o seu mundo interior, mais se aproxima de que realmente é como Alma. 

 

O que faz seu coração cantar e que de repente você pode ter deixado para trás? Perdido em alguma curva dessa estrada que é a sua vida?

 

Quando o seu fazer deixou de ser leve? Quando sua vida passou a ser dis-ease, ou seja, não-fácil? (Não à toa "disease" em inglês significa doença).    

 

Eis por onde deve começar se sua Alma quiser mesmo encontrar - e, com ela, aquela alegria dos verdadeiramente entusiasmados! Dos artistas! Dos espirituosos...

O que posso te oferecer são algumas histórias e outras tantas lições espirituais que me acompanharam e continuam acompanhando nessa jornada. Que tal sentar e apreciá-las um pouco?

 

Netflix e Hollywood, que nada meu amor! A melhor história é aquela que você VIVE diariamente. Ela pode ser sensacional: cheia de aventuras e encantos. Só depende de você.

 

E aí? Bora mergulhar na sua história? Achar o Caminho de Volta à sua Estrela Perdida? Vou adorar ter você como companheiro nessa jornada!

 

Se lhe aprouver a ideia, pegue uma xícara de chá, uns bolinhos-de-chuva (por que não?), pois o SEU mundo mágico está prestes a começar! 

 

Ps: Ah! Se puder, me conta um pouquinho de você. Como foi sua história de vida até aqui? Algum dia já se perdeu de si mesmo? 

 

Com amor para dias mais doces e um céu cheio de estrelas cintilantes. Sua,

Mary Sweet